Perdido

Não consigo compreender o meu tempo, mas compreendo o tempo do outro e isso me satisfaz.
Talvez essa falsa sensação de liberdade, preso a este solo árido, me tolha os passos e a gere incompreensão do desconhecido.
Mas, devo somente a mim essa singularidade.
Pela minha busca constante de autoconhecimento, tenho enfrentado mundos estranhos e seres horrendos: meus próprios atos e sombras de mim mesmo perdidas no passado.
(Nailson Guimarães)
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